Alexsandra Bastos Minha Epifania
domingo, 17 de junho de 2012
Jordan Campos - Terapia da Alma: VOU SOLTAR O VERBO...
Jordan Campos - Terapia da Alma: VOU SOLTAR O VERBO...: (Por Jordan Campos) O aprendizado maior é a capacidade de entender Entender e aceitar. Só isso. Aceitar que estamos numa das salas de aul...
domingo, 20 de maio de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Tudo dói! Até a amizade dói.
Porque
ser amigo é entender que o outro também tem fragilidades, angústias,
dores... O outro é humano! É perceber o esforço que o outro faz para
estar presente, ser presente, ser inteiro, mesmo quando a vida lhe
divide em mil! Mesmo quando a noite de sono não se cumpre, quando o
corpo insiste em doer, quando lhe dói o coração e, sem exagero, até a
alma! Já parou vc pra pensar que, muita vezes, quando o telefone toca e o
outro não atende, é o momento em que, talvez, ele esteja precisando de
uma prece? Vc a faz? Porque pensamento é energia. E o amor se sente em
qualquer parte, ainda que em silêncio. Já parou vc pra pensar o quanto a
cobrança guarda um egoísmo sutil revestido de saudade? O outro, há
muito, também tem saudade de si mesmo e chora calado a falta que sente
do seu "eu" que se perdeu. Só queria dizer a todos vcs, amigos que eu,
verdadeiramente, amo, que eu SOU HUMANA! Queria pedir desculpa pelas
minhas faltas. Mas, não poder atendê-los não significa que eu não queira
fazê-lo. Saibam que, diante dos últimos repetidos "não posso", a minha
amizade por vcs reside no "eu quero", mas, temporariamente,
impossibilitado. E nisso há grande diferença! Diante de uma série de
acontecimentos, isso foi um desabafo. Porque hj o choro ficou preso na
garganta o dia todo! E persiste...
quarta-feira, 4 de abril de 2012
A minha insatisfação aqui retratada...
"Todos os dias que depois vieram eram tempo de doer. Miguilim tinha sido arrancado de uma porção de coisas, e estava no mesmo lugar. Quando chegava o poder de chorar, era até bom - enquanto estava chorando parecia que a alma toda se sacudia, misturando ao vivo todas as lembranças, as mais novas e as muito antigas. Mas, no mais das horas, ele estava cansado. Cansado e como que assustado. Sufocado. Ele não era ele mesmo. Diante dele, as pessoas perdiam o peso de ser. Os lugares, o Mutum - se esvaziavam, numa ligeireza, vagarosos. E Miguilim se achava mesmo diferente de todos."
(João Guimarães Rosa)
quinta-feira, 29 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
Alguma dúvida?
A pior distância não é física, porque esta, muitas vezes, com um único click em "comprar passagens", você afasta. Pior de tudo é estar perto e faltar o estender das mãos, a direção de um abraço, a entrega. Pior é pensar demais num convite que depende tão apenas do seu "querer", já que todas as outras barreiras já foram ultrapassadas. A dificuldade maior não está em atravessar a Barra-Ondina, na contramão do carnaval, para estabelecer contato, restabelecer laços, remediar a saudade de tanto tempo. O pior é encontrar, no meio do caminho, na companhia de amigos do convívio diário (e acesso fácil), a desmotivação para seguir em frente e resolver ficar por ali mesmo... e você à espera... Pior quando as palavras silenciam, pela ausência de coragem de dizer "não", e aquele silêncio dói tanto quanto, mas com o plus da angústia! Afinal, o "não" dito retira a angústia da expectativa! E você, que achava que Botafogo e Flamengo eram tão próximos, percebe que não há diferença entre os kilômetros que separam Salvador e Rio de Janeiro, quando falta vontade verdadeira, interesse... E sua mania de ver beleza no simples, de amar o genuíno, de querer que seja "de coração" esbarra no "vou avaliar a sua proposta com carinho". Ai, ai... Você queria que ele tivesse vibrado com o convite da mesma maneira que você vibrou com a possibilidade! Esse "pensar com carinho" lhe soa até estranho, porque o melhor carinho que você conhece (e se acha merecedora) é aquele desprovido de qualquer pensamento, dissociado de qualquer razão... É aquele que vem no toque nervoso das mãos; no torpedinho, numa madrugada tão improvável; no beijo que parece dizer "eu quero você"; no olhar emocionado... Ai... O melhor carinho ainda é aquele abraço! Mas, infelizmente, ele precisa avaliar. Enquanto isso, você já pode concluir: Salvador não é tão longe do Rio de Janeiro quanto Botafogo é longe do Flamengo!
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Aos que ainda não sabem...
Se me convidam para uma refeição ou se, ATRAÍDO pelo cheiro da comida (que agrada ao paladar da maioria, que sempre volta), eu adentro aquela casa, e, mesmo sem convite prévio, a comida não me é nagada, eu não tenho o direito de querer mudar o tempero do que como, muito menos o cardápio. A boa educação recomenda que eu acompanhe os costumes da casa. A boa educação não me permite queixas. Se o prato do dia é rapadura com farinha, vou dele me fartar. Não assim desejando, eu como ou finjo comer o suficiente para demonstrar elegância (sim, porque a sutileza é a marca registrada da nobreza). Uma opção sempre terei: nunca mais voltar ali. No entanto, seja grato. Nunca se sabe os motivos que, talvez, uma dia, lhe conduzam àquela mesma mesa. Aqui no Nordeste, na minha Bahia, é assim: a rapadura com farinha nunca envergonhou ninguém. E até vira poesia! Mas, aqui em "casa", quem manda é o dono. E, aqui, vc que chega dança conforme a música! A minha hospitalidade me faz dizer "seja-bem vindo". Mas, cuidado! Seus maus modos podem fazer com que a sua ausência seja muito mais querida. Fica a dica.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Depois que se esquece e quando o "se" é "te"...
E quando você morre de si mesma, para deixar viver uma ideia que insiste ter cabeça, corpo e membros? Cabeça, corpo e membros, mas, de tão impiedosa, falta-lhe o coração. Não tem vida aquela criatura! É sua ideia, e nada mais! Se um dia viveu, falta-lhe a memória. Se a memória se cumpre, vem o esquecimento e lhe arranca o movimento, a fineza, a elegância! Jogada no chão, você chora e adormece.
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