E quando você morre de si mesma, para deixar viver uma ideia que insiste ter cabeça, corpo e membros? Cabeça, corpo e membros, mas, de tão impiedosa, falta-lhe o coração. Não tem vida aquela criatura! É sua ideia, e nada mais! Se um dia viveu, falta-lhe a memória. Se a memória se cumpre, vem o esquecimento e lhe arranca o movimento, a fineza, a elegância! Jogada no chão, você chora e adormece.
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