Alexsandra Bastos Minha Epifania
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
A leitura é um vício
Acho que eu tenho compulsão por livros. Na agonia de fim de semestre (que coincide com o fim do ano e início do recesso), num rito frenético de estudos e trabalho, onde as noites tornaram-se extremamente curtas para uma simples mortal (que sente sono e cansaço), eu estava implorando para o tempo passar e chegar logo este final de semana. Com apenas dois trabalhos já concluídos, cuja apresentação se dará na segunda, eu poderia dar-me ao luxo de dormir mais um pouco e ficar de pernas pro ar, sem compromissos, sem desgastes, sem nada pra estudar, sem nada pra ler... Mas, é impressionante como eu não consigo! Ainda ontem, no final da tarde, pesquisava sobre novos editais de concursos. Minha obstinação é muitro traiçoeira! rs... Contrariando tudo aquilo que havia formulado pro meu final de semana, aproveitei uma passada ao shopping, com a finalidade única de pagar umas contas, e comprei dois livros para ler nas férias. Gente, DOIS livros!!!!!! Resultado: hoje, quando acordei (e nem estou de férias ainda), logo pensei em começar a lê-los. Sim, os dois de uma só vez! Aqui estou eu, numa dúvida, apenas, quanto ao primeiro capítulo a ler. Não sei se começo pelo livro "A Alquimia de Saint German" ou "Fadas no Divã". O fato é que pude constatar que isso não pode ser muito normal. Mas... ler é tão bom!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Mais um pouco de Clarice...
"E eis que em breve nos separaremos
E a verdade espantada é que eu sempre estive só de ti e não sabia
Eu agora sei, eu sou só
Eu e minha liberdade que não sei usar
Mas, eu assumo a minha solidão
Sou só, e tenho que viver uma certa glória íntima e silenciosa
Guardo teu nome em segredo
Preciso de segredos para viver
E eis que depois de uma tarde de quem sou eu
E de acordar a uma hora da madrugada em desespero
Eis que a três horas da madurgada acordei e me encontrei
Fui ao encontro de mim, calma, alegre, penitude sem fulminação
Simplesmente eu sou eu, e você é você
É lindo, é vasto, vai durar
Eu não sei muito bem o que vou fazer em seguida
Mas, por enquanto, olha pra mim e me ama
Não, tu olhas pra ti e te amas
É o que está certo
Eu sou antes, eu sou quase, eu sou nunca
E tudo isso ganhei ao deixar de te amar
Escuta! Eu te deixo ser... Deixa-me ser!"
E a verdade espantada é que eu sempre estive só de ti e não sabia
Eu agora sei, eu sou só
Eu e minha liberdade que não sei usar
Mas, eu assumo a minha solidão
Sou só, e tenho que viver uma certa glória íntima e silenciosa
Guardo teu nome em segredo
Preciso de segredos para viver
E eis que depois de uma tarde de quem sou eu
E de acordar a uma hora da madrugada em desespero
Eis que a três horas da madurgada acordei e me encontrei
Fui ao encontro de mim, calma, alegre, penitude sem fulminação
Simplesmente eu sou eu, e você é você
É lindo, é vasto, vai durar
Eu não sei muito bem o que vou fazer em seguida
Mas, por enquanto, olha pra mim e me ama
Não, tu olhas pra ti e te amas
É o que está certo
Eu sou antes, eu sou quase, eu sou nunca
E tudo isso ganhei ao deixar de te amar
Escuta! Eu te deixo ser... Deixa-me ser!"
terça-feira, 1 de novembro de 2011
"Reticências"
"Tá certo que o nosso mal jeito foi
Vital pra dispensar o nosso bom
O nosso som pausou
E por tanta exposição a disposição cansou
Secou da fonte da paciência
E nossa excelência ficou lá fora
Solução é a solidão de nós
Deixa eu me livar das minhas marcas
Deixa eu me lembrar de criar asas
Deixa que esse verão eu faço só
Deixa que esse verão eu faço só
Deixa que nesse verão eu faço sol
Só me resta agora acreditar
Que esse encontro que se deu
Não nos traduziu o melhor
A conta da saudade quem é que paga?
Já que estamos brigados de nada
Já que estamos fincados em dor
Lembra o que valeu a pena
Foi nossa cena não ter pressa pra passar
Lembra o que valeu a pena
Foi nossa cena não ter pressa de passar
Cabô..."
Vital pra dispensar o nosso bom
O nosso som pausou
E por tanta exposição a disposição cansou
Secou da fonte da paciência
E nossa excelência ficou lá fora
Solução é a solidão de nós
Deixa eu me livar das minhas marcas
Deixa eu me lembrar de criar asas
Deixa que esse verão eu faço só
Deixa que esse verão eu faço só
Deixa que nesse verão eu faço sol
Só me resta agora acreditar
Que esse encontro que se deu
Não nos traduziu o melhor
A conta da saudade quem é que paga?
Já que estamos brigados de nada
Já que estamos fincados em dor
Lembra o que valeu a pena
Foi nossa cena não ter pressa pra passar
Lembra o que valeu a pena
Foi nossa cena não ter pressa de passar
Cabô..."
domingo, 23 de outubro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
"O Realejo"
Passei o dia repetindo uma música, ouvindo-a seguidamente, e a mesma cena rolando na minha mente. O dia com a música fazendo trilha sonora no meu pensamento. A reprodução perfeita nessa minha cabecinha, no estilo "Fantástico Mundo de Bob".
Vejo a ponte que levará o que desejo
Admiro o que há de lindo e o que há de ser...
você..."
terça-feira, 4 de outubro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
O fim dos 30 e um balanço...
Eu deveria estar bem agradecida a Deus pelas conquistas que já tive, pela saúde que me mantém forte (mesmo vivendo no limite do cansaço, dia após dia, numa rotina louca de trabalho, de estudo e responsabilidades, minha saúde vai muito bem, obrigada!), por ser um ser inteligente e por fazer bom uso dessa inteligência, agregando-lhe valores que fazem de mim um ser "do bem"... Deveria agradecer a Deus por Se fazer presente na minha vida sempre, no calor do sol, nas gotas da chuva, nas cores do arco-íris, no balanço do mar, no cheiro da terra, no vento... no tempo! Deveria agradecer, ainda, pela família, amigos, pelos amores e até pelos desamores! Alguns encontros tão rápidos... de cor vermelha, de sabor doce, com saudade intensa! Outros demoram-se tanto, que o rompimento traz alívio e saudade não se tem!
Assim cheguei aos trinta, dos trinta estou passando e, como em toda véspera de aniversário, a tristezinha encobre a gratidão. Injusto, mas sincero. Hoje, bateu tristeza mesmo. Fazer o quê? Mas, meu Deus.... Eu reconheço, viu? Obrigada pela vida, pela chance do recomeço, pelas inspirações, pelas intuições! Eu ainda me emociono. E isso é bom! Sim... Porque, quando olho pra dentro, ali consigo permanecer, sem vontade de fugir. Eu me acolho a mim mesma. É bom saber que, ao olhar pra dentro, eu vejo amor; e, ao olhar pra fora, é a através dele que eu me comunico.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Para neutralizar a energia...
A humildade não consiste na negação de suas potencialidades. E quem melhor para recohecê-las que você mesma, hein, Alexsandra? Então, mente pequena, alma que rasteja, silencie a pequenez de suas palavras, recolha-se à baixeza de suas idéias e nelas se afunde, mas sozinha! Não me reconheço no seu discurso! Você se estende no espelho posto diante de si. Não é minha a imagem que ele reflete! Então, apodere-se do quinhão de sua pobreza de espírito. Eu rejeito o seu "eu" tão projetado diante de mim. Sim... Porque, como costumo dizer, a gente só dá o que tem e só recebe o que quer. "Isso" não sou eu! E você? Ah... você dá pena de ver... (Eis um desabafo!)
Meu bom Deus, Mestres acensos, transmutem toda a energia malévona em luz e cerquem-me com seu amor, protegendo-me sempre! Eu, como filha de Deus, sua extensão, decreto a minha vitória sobre aqueles que me cercam. "Vós sois deuses. Podeis fazer o que faço e muito mais!"
"Ó Ressureição, querida chama,
Vem banhar-me sempre em teu alvor,
Ressurreição, querida chama,
Meu coração canta em teu louvor.
Ó alvo fulgor de Cristo,
Do fogo de Deus, EU SOU,
Tua santa pureza vem expandir,
Todo o mau desejo se acabou".
Chama Viva da Liberdade Cósmica de um Ditado do Príncipe Oromasis
Em nome da amada, poderosa e vitoriosa presença de Deus, EU SOU em mim, do meu amado Santo cristo Pessoal, dos amados Hélios e Vesta, de Saint Germain e do Senhor Zadkiel, dos amados Príncipes Oromasis e Diana, do amado Lanello, de todo o espírito da Grande Fraternidade Branca, da Mãe do Mundo, vida elemental do fogo, do ar, da água e da terra! Eu decreto:
EU SOU a Chama imortal da Liberdade Cósmica
Exijo que todas as minhas energias concentradas no exterior
se submetam à grande Chama Divina que arde no meu coração
Exijo um controle divino eficaz sobre todas as circunstâncias exteriores
Exijo que tudo que não for uma expressão de Luz seja
transmutado e transformado, e que eu me converta na
plenitude do que já sou, porque
EU SOU a absoluta perfeição de Deus
EU SOU a Chama viva da Liberdade Cósmica
EU SOU a alegria radiante de Deus que passa pelos meus quatro
corpos inferiores e desce do coração da minha
Presença para dar-me agora a Liberdade!
EU SOU o Poder regenerador do Espírito de Luz e fogo
que me eleva até a vitória da minha ascensão e é
o momentum acumulado da vitória dos santos e
dos seres ascensos de todas as eras para a ascensão
do coração de Deus e à Sua consciência imortal.
Assim, Deus me ajude!
E com toda a Fé eu aceito conscientemente que isto se manifeste,
que se manifeste, que se manifeste! (3X), Aqui e agora,
com pleno Poder, eternamente mantido, onipotentemente ativo,
em contínua expansão e abrangendo o mundo inteiro,
até que todos tenham ascendido totalmente na Luz e sejam livres.
Amado EU SOU! Amado EU SOU! Amado EU SOU!
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Pensando a água...
No momento mais reflexivo, aprendi sobre a água. Queda-se forte no chão e flui... Ela vai... A água segue! Assim somos nós? Assim é a vida? Que bom seria atingir essa grandeza de ser água: transparente e adaptável! Ah... A fexibilidade da água.... Preenche as fendas, penetra a superfície esponjosa, escorre por entre os dedos. A água se atreve nas possibilidades, não encontra limites... Se há espaço, ela vai; se não há, ela vai da mesma forma: a água evapora! Ela se condensa, refaz-se e volta... Na volta, faz crescer, faz florir, faz dormir... Que poder de transformação! Água, sempre água...
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Já é!
Há exatamente uma semana, no dia 11 de julho de 2011, enquanto me arrumava pra ir pro trabalho, esta música, de Lulu Santos, estava sendo executada na rádio, e a letra me chamou a atenção... Tudo a ver com esta fase da minha vida... Impossível não pensar em mim:
"Sei lá...
Tem dias que a gente olha pra si
E se pergunta se é mesmo isso aí
Que a gente achou que ia ser
Quando a gente crescer
E nossa história de repente ficou
Alguma coisa que alguém inventou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um déjà vu
Tem dias que a gente olha pra si
E se pergunta se é mesmo isso aí
Que a gente achou que ia ser
Quando a gente crescer
E nossa história de repente ficou
Alguma coisa que alguém inventou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um déjà vu
Sei lá...
Tem tanta coisa que a gente não diz
E se pergunta se anda feliz
Com o rumo que a vida tomou
No trabalho e no amor
Se a gente é dono do próprio nariz
Ou o espelho é que se transformou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um vis a vis
Por isso eu quero maisTem tanta coisa que a gente não diz
E se pergunta se anda feliz
Com o rumo que a vida tomou
No trabalho e no amor
Se a gente é dono do próprio nariz
Ou o espelho é que se transformou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um vis a vis
Não dá pra ser depois
Do que ficou pra trás
Na hora que já é!"
Ultimamente, num exercício constante de "autoflagelo", talvez, venho me questionando sobre os rumos que minha vida tomou (e tem tomado), nas coisas que sonhei viver, naquilo que nunca quis... É sofrido notar que, muita vezes, aramos solo infértil, regamos flores artificiais (que nenhum cheiro exalam), chamamos urubu de "meu lôro" e abraçamos a dor do outro, com tanto comprometimento, enquanto desleixamos de nós mesmos... Deixamo-nos pra depois, como se fosse possível adiar o "agora" que não sabe esperar e é inteiramente nosso!
Quem me conhece sabe que, em fases assim, busco leituras edificantes, fico mais atenta aos meus sonhos ( e eles sempre vêm, esclarecedores), presto mais atenção no movimento da vida, busco o mar, a música, a quietude, o silêncio... anseio por Deus!
Nestes últimos dias, então, li um livro muito interessante da psicológa Mirna A. Grzich, intitulado "Anjos - Tudo que você queria saber para entrar em contato agora". Num dos trechos do livro, um anjo (cujo nome não me recordo) descreve para a autora o que ela chama de "O Espiral da Vida". Nossa!!!!!! Eu recomendo a leitura! Dentre outros ensinamentos, o anjo descreve as fases de nossas vidas, bem como a necessidade de passar por elas... Explica que nossos momentos de insatisfação, questionamentos, dúvidas e inconformismo precedem sempre as fases de mudança e que precisamos estar atentos para perceber o momento certo de pararmos e nos refazermos de nós mesmos... É a velha história da borboleta e o casulo...
Estou cheia de projetos, é bem verdade. Aliás, comecei o ano no pique total! Em algum post mais antigo, certamente, vocês vão se deparar com declarações neste sentido. Desde o início do ano até aqui, muita coisa aconteceu: coisas boas, desalentos, mais acontecimentos felizes, novas decepções... Momentos de despojamento total, outros de total disciplina... E aqui estou eu, diante de mais uma conquista! Feliz com ela! Feliz de mim! Feliz por mim! Feliz da vida! Feliz com uma nova possibilidade de ser feliz! Mais uma conquista! E olha que foi um dos sonhos dos quais me desfiz por um tempo e que, há pouco mais de um mês, resolvi tirar da gaveta. Não por mérito apenas meu, mas com a mão de Deus guiando minha vida, com a concessão dos Mestres Ascensos (em especial Mestre Jesus e Mestre Saint Germain ) e a proteção do meu anjo da guarda, do meu mentor espiritual, de Arcanjo Miguel e Mãe Maria e os espíritos de luz, que agem em anônimato.
É tempo de ser borboleta! Eu invento e reivento a minha vida e reiventá-la é saber das inúmeras possibilidades que tenho, do quão capaz eu sou e que posso ir onde desejo, basta querer e confiar!
Obrigada, meu Deus! Muito obrigada!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Tava aqui pensando...
Alguém lhe diz que perdeu algo.
Você, imediatamente, pergunta: "Perdeu onde? Como?"
A resposta: "Não sei. Se soubesse, já teria encontrado".
O "onde" e o "como" fazem tanta diferença! Se bem soubéssemos, o apego nos levaria, sempre, pelo caminho de volta, ao dia anterior, a meses atrás, àquele lugar... Logo ali... E, lá chegando, talvez nos perguntássemos: "O quê? Era isso mesmo o que eu tinha?"
Nem sempre temos o que queremos, mas nem sempre queremos o que precisamos.
Você, imediatamente, pergunta: "Perdeu onde? Como?"
A resposta: "Não sei. Se soubesse, já teria encontrado".
O "onde" e o "como" fazem tanta diferença! Se bem soubéssemos, o apego nos levaria, sempre, pelo caminho de volta, ao dia anterior, a meses atrás, àquele lugar... Logo ali... E, lá chegando, talvez nos perguntássemos: "O quê? Era isso mesmo o que eu tinha?"
Nem sempre temos o que queremos, mas nem sempre queremos o que precisamos.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
EU SOU
Em 22 de maio de 2011...
(imagens extraídas do site: http://jonasabramelin.wordpress.com/category/grande-fraternidade-branca/)
(imagens extraídas do site: http://jonasabramelin.wordpress.com/category/grande-fraternidade-branca/)
sexta-feira, 20 de maio de 2011
O templo, o amor, a promessa. O Templo do Amor e a promessa...
Como todos sabem, meu melhor amigo, Fábio, está passando uma temporada na Índia. Parece e não parece que ele está lá, tão longe... Sim, porque só noto mesmo a distância quando sinto falta daquele abraço apertado e inteiro que só ele tem. Abraço de cumplicidade, de entrega, né, amigo? De amor.
Bem... Quero falar sobre o templo, o amor e a promessa, e vocês logo vão saber o que tem Fábio a ver com isso. Embora o título sugira, não é uma lenda o que narrarei aqui. É real. Tão real que, sem muito esforço, posso ouvir o som e sentir o cheiro que emana de lá da Índia, daquele templo... o som da voz de um amigo, o perfume que exala dos braços de Krishna... O som e o perfume - o dar e o receber. Daqui, a minha gratidão, a minha reverência... a espera, já feliz!
(para enfeitar Krishna)
("Temple of Love")
(Ele dizia, diante do altar: "Olha, você já sabe de tudo. Então, já sabe o que vim falar. Mas, eu preciso falar assim mesmo, pra estabelecer a promessa...". rsrs...)
Assim que a viagem à Índia foi agendada, Fábio e eu acordamos que, quando ele estivesse lá, faria uma oferenda em meu nome, por orientação de algum Mestre da confiança dele. Uma coisa assim... Não lembro bem... Sei que, na verdade, queria uma consulta espiritual à distância. Sou esperta! Se não posso ir até a Índia, ela viria até mim. rs... Brincava com ele, dizendo que, na Índia, a oração deve ter mais força... E ele, como um bom amigo, sabia bem o que eu queria pedir ao Divino. Semana passada, então, fiz minha cobrança: "E aí, Fábio? Fez o que pedi?" E ele me respondeu: "Domingo, vou num templo, aqui, e pedirei por você."
Então, eu sugeri que ele fizesse uma promessa a Krishna em meu nome. Poucas são as pessoas a quem eu confiaria uma intermediação entre o que um desejo que vai no meu coração, um pedido... e o "Pai". Fábio é uma delas. É uma pessoa linda, de alma pura, coração nobre, inteligência ímpar... Era ele meu mensageiro! E ali estava, no lugar certo.
(Ganesha - "Aquele que remove os obstáculos")
(Ganesha. A visão que tive. Impressão pessoal)
(nossa origem mais humanizada, em reverência)
O dia escolhido foi um domingo. Aqui, em Salvador, chovia muito, dentro e fora de mim. Eu estava triste. Mas, havia um amigo, que, em meu nome, fazia uma promessa linda, com oferendas, no altar do "Templo do Amor." (Temple of Love). Eu não vou contá-la aqui. É um segredo nosso: meu, dele e de Krishna. Mas, posso dizer que foi a promessa mais linda que já fiz, talvez por pretender "algo" de valor inestimável. Não foi uma promessa do tipo "toma lá dá cá". Ela tem toda uma simbologia. Então, quis registrá-la aqui, de alguma forma, para que eu não a esqueça.
Queria poder trancrever a forma como meu pedido foi narrado à Krishna, pois guarda a simplicidade de um amigo fiel, com sua natureza engraçada, que me fez prometer mais do que o acertado. Mas, tá valendo! Ficou ainda mais rica minha promessa! Rico mesmo é o desejo que Krishna vai atender.. Ah, se vai! E aí, um dia, quando ele se fizer concreto, vou contá-lo aqui. Vou trancrever as palavras de Fábio, diante do altar, e postar uma foto (não sei qual, ainda), que simbolizará o pedido e a conquista - a ligação entre o templo, o amor, a promessa.
Obrigada, amigo, pelo amor! Obrigada, Deus, pelo amor! Obrigada, Krishna, pelo amor! Harebol!
Obrigada, amigo, pelo amor! Obrigada, Deus, pelo amor! Obrigada, Krishna, pelo amor! Harebol!
terça-feira, 17 de maio de 2011
Um motivo para sorrir...
A vida - com seus caminhos cheios de curvas, de atalhos e tropeços - está sempre nos convidando a refletir, a entender, a aceitar, a nos perdoar, a amar... a sorrir! O caminho nem sempre é reto, mas nos leva a algum lugar. Isso sempre! Muitas vezes, a subida é longa e desgastante, mas, lá do alto, podemos ter a melhor visão. A mais exuberante!
Ainda hoje, falava sobre o quanto é bom fazer trilha. Lembrava da caminhada, da subida até o Pico da Tijuca e a paz que aquele lugar nos reserva. Mesmo com a tristezinha insistente (que tem me roubado o sorriso, em muitos momentos), há sempre um pouco de alegria guardada, seja num cheiro, num sabor, numa imagem, num gesto inesperado, numa lembrança... E, hoje, eu lembrava da Subida ao Pico da Tijuca, para, em ato contínuo, lembrar-me, também, da Cachoeira das Almas... Sua água fria, num dia frio, meu medo de sentir mais frio... E, quando menos esperei, já estava a me banhar, sem sentir mais o corpo. Engraçado como o ato de "não sentir" me levava a sentir tanta coisa boa. Sobretudo, naquele momento, senti paz. Alegria e paz. Lembro que eu sorria...
Talvez seja esse o segredo: despir-se do medo e experimentar a água fria, aceitando o choque, para, depois, sem nada mais sentir, experimentar a paz. Faço de conta, então, que estou a tomar um banho de cachoeira (como sempre me imagino, quando estou sendo abençoada, no passe espírita. Ao fechar os olhos, penso que um amigo de luz me segura pelas mãos e me leva em direção a uma cachoeira ou me imagino olhando o mar, com Jesus Cristo do meu lado, ensinando-me a importância das ondas...), porque tudo o que preciso, neste momento, é não sentir, para sentir.
Às vezes, a gente caminha tão sem direção, que é necessário parar para rever a rota, o destino, o que é realmente importante. Às vezes, concientes, conseguimos entender que a bagagem que carregamos está pesada demais com coisas que sequer nos serão utéis um dia. Neste momento, tranquilos, vamos deixando no caminho, com desapego, tudo de que não mais precisamos. Outras vezes, não temos a capacidade de entender isso sozinhos. É quando somos tomados de supresa e "alguém" nos leva o tal "objeto" que não pode mais compor nossa bagagem... Maldizemos o outro, nos ressentimos, nos magoamos, para, só depois, entender que tudo tem um "porquê".
Confesso que não sou do tipo "desapegada". Talvez, por isso, ainda sofra tanto com a falta do que queria carregar comigo, mas que acabou ficando no meio do caminho... Bem, pelo menos, hoje, decidi seguir em frente, depois de mais um golpe de "alguma coisa ficou no caminho". rs...
Foi difícil acordar cedo, para retomar minha rotina, minha malhação matinal, deixada de lado há quatro semanas (por estar adoentada em duas delas, mas por preguiça de retornar depois). Reuni as forças das quais não dispunha e levantei da cama. E olha que bom: levantei, para sorrir! Para sentir alegria! Nem havia entrado na academia, ainda, e já ouvia pessoas gritando meu nome: "Alê voltou! Gente, Alê tá subindo!". Fiquei feliz com a recepção. É tão bom quando a gente se sente querida, principalmente em dias feitos pra chorar... É tão bom poder contrariar a tristeza com um sorriso, ainda que discreto, contido. É bom demais receber carinho, em momentos em que a indiferença de alguns lhe toca a fronte, implacável.
É assim mesmo: de onde menos esperamos, vem o afago, o auxílio espiritual, na presença de amigos e até em gestos de pessoas que nem sabemos que gostam tanto da gente. Semana passada, numa manhã de trabalho como todas as outras dos últimos dias, fui recepccionada pelo juiz que presidia a audiência, que me estendeu a mão e me disse, com um olhar fraterno no rosto e com a suavidade típica de um senhor, que já ultrapassa os sessenta anos de idade: "Doutora, a senhora é uma das advogadas que mais gosto de ver. Fico alegre ao ver a senhora. Eu, supresa, questionei a deferência. Ele prosseguiu: "Não sei bem explicar... mas a senhora tem uma serenidade, está sempre sorrindo, tranquila... É firme quando deve ser dura, mas não perde esse ar sereno. Como posso dizer? Deixe-me ver... A senhora é meiga. Isso mesmo. É meiga!" Eu não via outra forma de agradecer o gesto, senão sorrindo e assentindo, tímida, com a cabeça. E, então, ele concluiu: "a senhora me faz lembrar aquela famosa frase de Che Guevara: 'Hay que endureserse, pero sin perder la ternura jamás'". Não preciso nem dizer o quanto fiquei comovida com essas palavras, não é? Até porque estava tão quietinha no meu canto, naquele dia... Sorrir estava sendo mais um ato sociável que espontâneo... Mas não deixa de ser um exercício!
Assim é a vida, dizia eu... sempre nos convida a sorrir. Eu tenho certeza que a tristeza faz parte do processo e, enquanto a alegria não se faz plena de novo, não custa nada um sorriso ou outro... A vida sempre nos dá motivos para sorrir!
Essa música de Djavan diz tudo!
segunda-feira, 16 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Um dia para ser esquecido ou lembrado?
Não fosse a tarde maravilhosa, na presença de amigos queridos, na casa de Querol (primeiro almoço na casa dos recém-casados, Carol de Dan), eu poderia dizer que o dia de hoje seria um dia ideal para ser esquecido. Esquecido, na tentativa de neutralizar as energias ruins da manhã.
A gente sempre assiste, em filmes, novelas, até ouve falar por aí da existência de pessoas que sentem prazer em magoar os outros. Assistimos, de longe, e horrorizados, noticiários de pais que matam filhos e vice-versa... Sabemos de irmãos inimigos, que, sem explicação aparente, matam-se, com golpes de faca, arma de fogo ou qualquer outra arma letal. Mas, hoje, eu morri para minha irmã atingida pelas suas palavras.
Eu já havia sido golpeada outras vezes. Muitas outras. Desde criança, ela já se apresentava como minha inimiga particular, aquela que se mostra aos poucos, sem que ninguém mais da família notasse. Mas eu sabia. Eu sempre soube, na verdade. Era um ciúme desmedido, uma inveja discreta e inexplicável. Uma disputa para a qual eu sequer teria sido convidada. Se o tivesse sido, também não aceitaria.
Acho que irmãos deveriam ser amigos, mas essa minha idéia nunca saiu do mundo mesmo das idéias. Foi assim que fiz minha família grande, mas grande de amigos, que adotei como irmãos, porque a vida me ensinou a amá-los. A irmã que tive nunca foi minha amiga e, se um dia (sei lá quando!), percebi que jamais seria, hoje, tenho a convicção de que, realmente, não há chances! Hoje, minha irmã me matou. A verdade é que, para mim, ela deixou de existir há tempos, mas eu nunca a matei. Ela só perdeu a forma. Digamos que tenha sido uma morte natural.
Ela é má, guarda um coração cheio de ódio. Não sabe amar, porque sempre foi muito egoísta pra sentir amor.
A Doutrina Espírita me ensinou sobre a necessidade da convivência em família, para resgates dos quais não nos lembramos, mas com os quais nos comprometemos. Fico a me perguntar: eu escolhi mesmo a convivência com uma pessoa assim? Por que, meu Deus? Escolhi mesmo viver num ambiente tão insalubre, tendo minhas energias subtraídas por um inimigo tão próximo? Escolha desfeita! Não quero mais. Hoje, gritei aos quatro ventos uma decisão que reflete a minha verdadeira vontade. Aquela que meu coração não nega, mas que não guarda a podridão das palavras que ouvi em forma de praga. As rejeito, mas a minha rejeição nãolhes retira a nocividade, a maldade. E isso é, inegavelmente, triste.
Às vezes, penso que não posso esquecer a manhã de hoje, mas prefiro pensar que o melhor é deixá-la passar, com suas palavras, com sua crueldade... passar, levando a irmã que meu coração não consegue amar. A irmã que mostrou suas garras e sua alma nua, seus pensamentos sórdidos, seus sentimentos cruéis. A irmã que sequer percebe que o futuro que me deseja já se faz presente na vida dela há muito tempo!
Tudo o que quero é me manter longe, "para que meus inimigos tenham olhos, mas não me vejam; tenham pernas, mas não me alcancem...".
terça-feira, 10 de maio de 2011
Saudade
Não gosto de sentir saudade. Saudade é a ausência que se faz sentida, bem sentida...
Para a saudade, o tempo (que dizem ser o melhor remédio pra tudo) torna a dor ainda mais aguda. Então, o remédio para a saudade é a presença, seja ela como for! Eu fico aqui com meus pensamentos... minhas lembranças... Não posso trazer quem quer ir, já que eu preciso ficar. Ainda.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Quem sou eu, agora? Sempre... Sempre?
"(...) Meu alegre coração é triste como um camelo
É frágil que nem brinquedo, é forte como um leão
É todo zelo, é todo amor, é desmantelo
É querubim, é cão de fogo, é Jesus Cristo, é Lampião..."
(Composição : Geraldo Azevedo/Carlos Fernando)
É frágil que nem brinquedo, é forte como um leão
É todo zelo, é todo amor, é desmantelo
É querubim, é cão de fogo, é Jesus Cristo, é Lampião..."
(Composição : Geraldo Azevedo/Carlos Fernando)
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Faça seu amor bonito
"Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar: aprenda a fazer bonito o seu amor. Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda, apenas, a tão difícil arte de amar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.
Tenho visto muito amor por aí. Amores mesmo, bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva, mas esbarram na dificuldade de se tornar bonito. Apenas isso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.
Aí esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais de repente se percebeu ameaçados apenas e tão somente porque não sabem ser bonitos: cobram; exigem; rotinizam; descuidam; reclamam; deixam de compreender; necessitam mais do que oferecem; precisam mais do que atendem; enchem-se de razões. Sim, de razões. Ter razão é o maior perigo no amor.
Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reinvindicar, de exigir justiça, equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeia o amor, pois é invocado com justiça mas na hora errada. Amar bonito é saber a hora de ter razão.
Ponha a mão na consciência. Você tem certeza que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria do encontro, da dor do desencontro, a maior beleza possível? Talvez não. Cheio ou cheia de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre, e sofrendo deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.
Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia. Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama. Saia cantando e olhe alegre. Recomendam-se: encabulamentos; ser pego em flagrante gostando; não se cansar de olhar, e olhar; não atrapalhar a convivência com teorizações; adiar sempre, se possível com beijos, “aquela conversa importante que precisamos ter”, arquivar se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida. Para quem ama toda atenção é sempre pouca. Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda atenção possível. Quem ama bonito não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.
Não teorize sobre o amor (deixe isso para nós, pobres escritores que vemos a vida como criança de nariz encostado na vitrine, cheia de brinquedos dos nossos sonhos): não teorize sobre o amor, ame. Siga o destino dos sentimentos aqui e agora.
Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a sinceridade;não dar certo; depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito); abrir o coração; contar a verdade do tamanho do amor que sente. Jogue pro alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabidamente eficazes (não é sábio ser sabido): seja apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente aquele você que a vida impede de ser. Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs. Falando besteiras, mas criando sempre. Gaguejando flores. Sentindo o coração bater como no tempo do Natal infantil. Revivendo os carinhos que instruiu em criança. Sem medo de dizer, eu quero, eu gosto, eu estou com vontade.
Talvez aí você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer bonito o seu amor, ou bonitar fazendo seu amor, ou amar fazendo o seu amor bonito (a ordem das frases não altera o produto), sempre que ele seja a mais verdadeira expressão de tudo o que você é e nunca, deixaram, conseguiu, soube, pôde, foi possível, ser.
Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto. Não se preocupe mais com ele e suas definições. Cuide agora da forma. Cuide da voz. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide do carinho. Cuide de você. Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim poder começar a tentar fazer o outro feliz".
sexta-feira, 15 de abril de 2011
O vídeo censurado
Eu não pude atender aos inúmeros pedidos de que este vídeo fosse eliminado, porque, sem dúvida alguma, ele retrata, de forma bastante fiel, o perfil de todas nós - o "Grupo das Nove", desfalcado, como sempre!
Não sei bem como começou o papo, aliás, até me lembro de algo do tipo "o tamanho do pinto do noivo", que fez questão, no auge da sua bebedeira, de se revelar dono de um pinto grande! rsrs... Foi a deixa para uma série de questionamentos e brincadeiras, que resultaram num vídeo altamente censurado e muito, muito engraçado!
Impressionante como a filmagem mostra cada uma de nós, como, de fato, é. Obviamente que o teor alcóolico de algumas fez com que o perfil irreverente da mais "bebum" se manifestasse de forma especial. Sim... estou falando de Kátia. rs... Que bêbada engraçada! Desbocada ela sempre foi, muito embora essa qualidade me fosse atribuída com frequência. Mas, como eu não bebo, e Nara não estava lá para assumir seu posto, Kátia foi a bola da vez. Gente! O que foi aquilo? Nem a sensatez de Loana, sempre tão contida, foi suficiente para inibir os mais exaltados. Danilo e Carol, certamente, protegidos com o título de "donos da festa", tudo podiam e, abriram o verbo! Aglaia, de uma família de respeito (rsrs), bem que estava gostando do assunto (a praia dela! rs...), mas precisava se manter "neutra". Mas, infelizmente ou felizmente, a neutralidade não cabia a ninguém e, até Aymê, que se dizia apenas "feliz", estava visivelmente bêbada também. Ela nega, protesta, mas as imagens são claras. Ela estava bêbada sim! Eu, no meu estado normal, dava lá minhas alfinetadas na "entrevista" do noivo e me divertia, claro!
Minha gente, que encontro espetacular! Nós guardamos características tão próprias e mantivemos, durante toda a faculdade, uma relação tão estreita, que causa até estranheza admitir que conseguimos nos cativar mesmo sendo tão diferentes uma das outras em tantos pontos!
Fico imaginando as pérolas que estariam registradas, neste vídeo, se Nara estivesse presente, mesmo sem álcool; ou Michele, super bêbada, como, ultimamente, vem se apresentando nos eventos. rsrsrs.... Certamente, iria fazer xixi nas calças! Ai, meu Deus! Já estou revelando segredos! rsrrs...
Meninas, amei!!!!!!!!!
quarta-feira, 13 de abril de 2011
As "coroas" caem na dança
Faço questão de postar esse momento: a festa, o "pagode das antigas". É bem verdade que, na "época" (ai, Jesus! Já estou falando como uma velha) de lançamento dessas músicas, nós - as dançarinas - sequer imaginávamos nos conhecer um dia. Mas, essa pequena reunião na pista de dança, me fez lembrar a faculdade e as muitas vezes em que fomos juntas a várias festas, principalmente, nós, o trio inseparável: Carol, Meca e eu. E, claro, lembrei das nossas idas ao Cancun, nas noites de terça-feira. No dia seguinte, nem sempre comparecíamos às aulas (eu acho que eu ia mais que as meninas. Carol não ia nunca! rs...), mas o estágio era obrigatório (pra Carol também não!), e estava tudo bem. Ninguém sentia sono, nem arrependimento pela noite perdida. Nada! Eta, saudade...
Ainda não foi dessa vez...
O casamento de Carol e Dan, que marcou o final de semana, foi perfeito! Começo postando alguns vídeos, como o do noivo jogando o cravo para os meninos que estam loucos pra casar também. rs...
Oh, minha gente... tanto que eu queria pegar o bouquet, mas a disputa foi acirrada, e não consegui - pra minha tristeza e a de Fábio, que tanto esperava por isso!!!! rsrs...
Inconformado (ai, ai...) ele se "disponibilizou" (depois de ameaças, empurrões e chantagens) a pegar o cravo. Bem... pelo vídeo vcs podem notar o quanto ele se esforçou pra me dar esse imenso orgulho... Mas, ainda não foi dessa vez... :(
terça-feira, 12 de abril de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Tirando os pés do chão...
Que coisa mais doida é a vida... A todos que me perguntavam sobre o carnaval eu dizia: "Tô animada não". Talvez porque estava num outro clima, com outros projetos, até perceber que duas mãos se retiraram da construção, e a obra ficou inacabada. Então, resolvi "chutar o pau da barraca" e tirar o pensamento de órbita, relaxar... Estava no lugar certo, na hora certa: Salvador/BA. Era carnaval!
Algumas festas prévias, pra entrar no clima, amigos reunidos, alegria no coração, e lá vamos nós! Carnaval transcorria muito bem, e o inesperado aconteceu: dentre paqueras descomprometidas, beijos igualmente sem compromisso (pois ninguém é de ferro), uma estrelinha brilhou! O novo acontecia - surpreendente e não menos encantador, não menos carioca... não menos bonito... Mais transparente, mais permissivo, com nome próprio, com vontade clara, sem "mas" depois do "vc é especial"... Ops! É libriano! Libriano sabe o que quer e como quer; querendo, faz-se entender e faz acontecer... Já gostei. Passado o carnaval, um tour pela cidade de São Salvador celou o encontro, abriu novo ciclo em minha vida... uma nova vontade! Vontade com química, vontade no estilo "olhos nos olhos", sem desvios, sem promessas distorcidas...
Depois de uma noite linda, que há muito não vivia (e não esperava ter em pleno carnaval), uma tarde linda, com vc, Fábio... e a nossa história começa...
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Ele & Ela
Se viram e nunca se esqueceram.
Ela o percebeu carinhoso, suave, bonito...
Sem pretensão, guardou isso consigo e seguiu.
Ele se confessou interessado, admirado, cativado...
E tudo foi declarado!
Eles se apaixonaram pela idéia de se enamorarem.
Mas a idéia precisava ser tocada. Eles queriam se tocar!
Para a surpresa de ambos, as mãos tatearam no escuro e permaneceram vazias.
Ele requeria tempo, ela não podia esperar.
Ela carinhosa, voltada pra ele, entregue.
Ele arredio, voltado pra si, reservado.
Silêncio.
A solidão que se reconhece lado a lado, frente a frente e não se dissolve no abraço.
Talvez porque o abraço faltou, nos braços amputados de desejo, de afeto.
Faltou o abraço! Faltaram os sentidos todos!
Ela, que não podia prever a dimensão desse encontro, agora, tinha a real medida da ausência.
E doeu. Doeu, e ela não se entregou. Ela nunca se dá por vencida!
Havia uma casa colonial, cercada por um jardim bonito.
Bateu à porta, esta lhe fora aberta, e a entrada permitida.
O morador era solitário, mas a casa tinha muitos cômodos.
Podia ser habitada a qualquer momento, só que ele precisava querer.
Ela pensava que ainda era cedo para se quedar ali.
Ele sequer a convidara para ficar. Até ele estava de passagem...
Ela entendeu, mas achou que podia conduzi-lo para ver o pôr-do-sol da janela da sala.
Ele aceitou a proposta e, juntos (enfim juntos), debruçaram-se na janela.
Deram-se as mãos.
O sol estava ali. Absoluto, despedia-se, mas prometia voltar.
Compreender esse movimento de vida e morte era necessário.
Ela sabia disso, embora também sentisse medo.
Ele chorou.
A casa estava vazia, e ele chorou porque não sabia receber ninguém.
Achava até que não queria abrir as portas. Contraditório, pois havia lugares na mesa.
Só que a comida precisava ser servida.
"Então, meu caro, chegada a hora de plantar a comida que será servida à mesa.
Levante-se! Tem solo fértil lá fora! Vamos! Há muito trabalho!" - Ela disse, com ternura.
Ele chorou porque já teve fome.
Ele chorou porque, a despeito de não ter mais fome, ainda estava faminto.
Talvez, por isso, doía-lhe o estômago.
Como ninguém enxergou isso antes? A lembrança doía-lhe o estômago!
Só que, agora, tinha fome de viver.
Que bom! Ela sempre ouviu dizer que a fome anunciava um doente recuperado. Sinal de melhoras!
Ela chorou porque queria dele cuidar e passagens na história apagar.
Ela chorou porque "há sempre muito amor no amor".
Encontraram-se, enfim. E era tudo o que tinham: o encontro.
Agora sim: se viram e nunca mais se esqueceriam.
Agora sim: tinham um ao outro.
Agora sim: estavam despidos.
Eles se tocaram e, depois, veio a música.
Era um reggae, e o céu estava azul.
E sabe aquele pôr-do-sol? Agora era visto de outra janela.
Ele já entendia.
Ela também entendia.
Eles permeneciam de mãos dadas.
Ela carinhosa, voltada pra ele, entregue.
Ele carinhoso, buscando o caminho...
Ela o percebeu carinhoso, suave, bonito...
Sem pretensão, guardou isso consigo e seguiu.
Ele se confessou interessado, admirado, cativado...
E tudo foi declarado!
Eles se apaixonaram pela idéia de se enamorarem.
Mas a idéia precisava ser tocada. Eles queriam se tocar!
Para a surpresa de ambos, as mãos tatearam no escuro e permaneceram vazias.
Ele requeria tempo, ela não podia esperar.
Ela carinhosa, voltada pra ele, entregue.
Ele arredio, voltado pra si, reservado.
Silêncio.
A solidão que se reconhece lado a lado, frente a frente e não se dissolve no abraço.
Talvez porque o abraço faltou, nos braços amputados de desejo, de afeto.
Faltou o abraço! Faltaram os sentidos todos!
Ela, que não podia prever a dimensão desse encontro, agora, tinha a real medida da ausência.
E doeu. Doeu, e ela não se entregou. Ela nunca se dá por vencida!
Havia uma casa colonial, cercada por um jardim bonito.
Bateu à porta, esta lhe fora aberta, e a entrada permitida.
O morador era solitário, mas a casa tinha muitos cômodos.
Podia ser habitada a qualquer momento, só que ele precisava querer.
Ela pensava que ainda era cedo para se quedar ali.
Ele sequer a convidara para ficar. Até ele estava de passagem...
Ela entendeu, mas achou que podia conduzi-lo para ver o pôr-do-sol da janela da sala.
Ele aceitou a proposta e, juntos (enfim juntos), debruçaram-se na janela.
Deram-se as mãos.
O sol estava ali. Absoluto, despedia-se, mas prometia voltar.
Compreender esse movimento de vida e morte era necessário.
Ela sabia disso, embora também sentisse medo.
Ele chorou.
A casa estava vazia, e ele chorou porque não sabia receber ninguém.
Achava até que não queria abrir as portas. Contraditório, pois havia lugares na mesa.
Só que a comida precisava ser servida.
"Então, meu caro, chegada a hora de plantar a comida que será servida à mesa.
Levante-se! Tem solo fértil lá fora! Vamos! Há muito trabalho!" - Ela disse, com ternura.
Ele chorou porque já teve fome.
Ele chorou porque, a despeito de não ter mais fome, ainda estava faminto.
Talvez, por isso, doía-lhe o estômago.
Como ninguém enxergou isso antes? A lembrança doía-lhe o estômago!
Só que, agora, tinha fome de viver.
Que bom! Ela sempre ouviu dizer que a fome anunciava um doente recuperado. Sinal de melhoras!
Ela chorou porque queria dele cuidar e passagens na história apagar.
Ela chorou porque "há sempre muito amor no amor".
Encontraram-se, enfim. E era tudo o que tinham: o encontro.
Agora sim: se viram e nunca mais se esqueceriam.
Agora sim: tinham um ao outro.
Agora sim: estavam despidos.
Eles se tocaram e, depois, veio a música.
Era um reggae, e o céu estava azul.
E sabe aquele pôr-do-sol? Agora era visto de outra janela.
Ele já entendia.
Ela também entendia.
Eles permeneciam de mãos dadas.
Ela carinhosa, voltada pra ele, entregue.
Ele carinhoso, buscando o caminho...
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Ai, ai... (um suspiro profundo)
Entre o que te dizem os homens e aquilo que sentes, fica sempre com a voz do coração. Aqui está a tua intuição. A maior verdade contrapondo-se às meias verdades.
Espero estar enganada...
Espero estar enganada...
sábado, 1 de janeiro de 2011
Quando Deus me falou de Cinthia
Hoje é o aniversário de "amigórias". Que dia feliz! Ao longo de 22 anos, essa menina vem sustentando meus tropeços na caminhada da vida e vibrando comigo cada conquista, cada vitória, por mais simples que possa parecer. Eu me sinto privilegiada por ser sua amiga, Cinthia! Acho que, ao programar mais uma de minhas passagens na Terra, a Espiritualidade se cercou de alguns cuidados, para que eu sempre me sentisse amparada e encorajada a vencer os obstáculos. E foi assim que Deus me concedeu o benefício de lhe conhecer, ainda na infância, e de nos conquistarmos até a idade adulta e para sempre! Nos identificamos em muitos pontos, mas você, amiga, é soberana! É grande, forte, iluminada!
Aí Deus assim me falou: "Filha, poucos anos após o seu nascimento, você vai conhecer uma menina que saberá chamar de amiga, porque desta forma ela se apresentará. Serão parecidas, é bem verdade (e perceberão isso), mas ela - destemida, sábia, altruísta e com a coragem que vc ainda não tem - será minha voz no seu caminho, orientando-lhe. Confie, minha querida - continuou Deus. Seus amigos são a minha extensão no mundo, materializados, ao seu lado, para que nunca se esqueça do meu amor por você. E Cinthia... ah... aquela menina será uma das suas melhores amigas! Preste bastante atenção ao que ela diz, mas principalmente no que faz! Será um exemplo pra vc! Não negligencie, não se distancie dela. Esteja atenta! Reconheça-a. Saiba compartilhar com ela. Vocês duas rirão muito juntas, pois aprenderão a ver "graça" até nos problemas que, a princípio, parecerão enormes. Pura bobagem! Por favor, diga a Cinthia que é uma bobagem sofrer quando todas as suas amigas já tiverem se tornado "mocinhas", e ela perceber que sequer tem seios ainda (ou os tem muito pequenos), pois o tempo logo passará, e ela se tornará a mais linda das mulheres! E vai chegar o dia em que odiará menstruação e me culpará por isso! Deus gargalhou. E você, Alexsandra, quando tiver a sua primeira grande frustração amorosa, vai correr pra casa dela, de manhã bem cedo, pra desabafar. E quando ela lhe disser, cheia de indignação e raiva, que o cara é um idiota, você terá até dúvidas de quem foi mesmo que 'o idiota' magoou. Eu poderia, simplificou Deus, contar-lhe das inúmeras vezes em que ela tomará seus problemas como se dela fossem, só para lhe ver mais feliz, mas prefiro que você se surpreenda a cada dia com a alegria de nunca estar só! Prefiro que identifique sua GRANDE amiga com seus próprios olhos. E, mesmo quando você estiver no Brasil, e ela em Londres, consiga reconhecer que estão juntas, em pensamento, em sentimento (e você morrendo de curiosidade pra saber como foi o Reveillon dela!). Que saiba, minha filha, dizer que a ama, porque não vislumbrará outro sentimento que melhor lhes mantenha ligadas pela ETERNIDADE".
Aí Deus assim me falou: "Filha, poucos anos após o seu nascimento, você vai conhecer uma menina que saberá chamar de amiga, porque desta forma ela se apresentará. Serão parecidas, é bem verdade (e perceberão isso), mas ela - destemida, sábia, altruísta e com a coragem que vc ainda não tem - será minha voz no seu caminho, orientando-lhe. Confie, minha querida - continuou Deus. Seus amigos são a minha extensão no mundo, materializados, ao seu lado, para que nunca se esqueça do meu amor por você. E Cinthia... ah... aquela menina será uma das suas melhores amigas! Preste bastante atenção ao que ela diz, mas principalmente no que faz! Será um exemplo pra vc! Não negligencie, não se distancie dela. Esteja atenta! Reconheça-a. Saiba compartilhar com ela. Vocês duas rirão muito juntas, pois aprenderão a ver "graça" até nos problemas que, a princípio, parecerão enormes. Pura bobagem! Por favor, diga a Cinthia que é uma bobagem sofrer quando todas as suas amigas já tiverem se tornado "mocinhas", e ela perceber que sequer tem seios ainda (ou os tem muito pequenos), pois o tempo logo passará, e ela se tornará a mais linda das mulheres! E vai chegar o dia em que odiará menstruação e me culpará por isso! Deus gargalhou. E você, Alexsandra, quando tiver a sua primeira grande frustração amorosa, vai correr pra casa dela, de manhã bem cedo, pra desabafar. E quando ela lhe disser, cheia de indignação e raiva, que o cara é um idiota, você terá até dúvidas de quem foi mesmo que 'o idiota' magoou. Eu poderia, simplificou Deus, contar-lhe das inúmeras vezes em que ela tomará seus problemas como se dela fossem, só para lhe ver mais feliz, mas prefiro que você se surpreenda a cada dia com a alegria de nunca estar só! Prefiro que identifique sua GRANDE amiga com seus próprios olhos. E, mesmo quando você estiver no Brasil, e ela em Londres, consiga reconhecer que estão juntas, em pensamento, em sentimento (e você morrendo de curiosidade pra saber como foi o Reveillon dela!). Que saiba, minha filha, dizer que a ama, porque não vislumbrará outro sentimento que melhor lhes mantenha ligadas pela ETERNIDADE".
Então, Cinthia... Porque assim Deus quis e não poderia ser diferente: nós somos AMIGAS e eu quero lhe dizer que a amo muito, e que sou grata a Deus pelo grande presente que me deu. Sou sua fã incondional! Você sabe disso. Hoje, no dia do seu aniversário, renovo o meu desejo de que a FELICIDADE lhe alcance e que sua vida seja regada de alegria, realizações, conquistas e luz. Muita luz! FELIZ ANIVERSÁRIO!
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