Alguém lhe diz que perdeu algo.
Você, imediatamente, pergunta: "Perdeu onde? Como?"
A resposta: "Não sei. Se soubesse, já teria encontrado".
O "onde" e o "como" fazem tanta diferença! Se bem soubéssemos, o apego nos levaria, sempre, pelo caminho de volta, ao dia anterior, a meses atrás, àquele lugar... Logo ali... E, lá chegando, talvez nos perguntássemos: "O quê? Era isso mesmo o que eu tinha?"
Nem sempre temos o que queremos, mas nem sempre queremos o que precisamos.
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