Alexsandra Bastos Minha Epifania
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Aos que ainda não sabem...
Se me convidam para uma refeição ou se, ATRAÍDO pelo cheiro da comida (que agrada ao paladar da maioria, que sempre volta), eu adentro aquela casa, e, mesmo sem convite prévio, a comida não me é nagada, eu não tenho o direito de querer mudar o tempero do que como, muito menos o cardápio. A boa educação recomenda que eu acompanhe os costumes da casa. A boa educação não me permite queixas. Se o prato do dia é rapadura com farinha, vou dele me fartar. Não assim desejando, eu como ou finjo comer o suficiente para demonstrar elegância (sim, porque a sutileza é a marca registrada da nobreza). Uma opção sempre terei: nunca mais voltar ali. No entanto, seja grato. Nunca se sabe os motivos que, talvez, uma dia, lhe conduzam àquela mesma mesa. Aqui no Nordeste, na minha Bahia, é assim: a rapadura com farinha nunca envergonhou ninguém. E até vira poesia! Mas, aqui em "casa", quem manda é o dono. E, aqui, vc que chega dança conforme a música! A minha hospitalidade me faz dizer "seja-bem vindo". Mas, cuidado! Seus maus modos podem fazer com que a sua ausência seja muito mais querida. Fica a dica.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Depois que se esquece e quando o "se" é "te"...
E quando você morre de si mesma, para deixar viver uma ideia que insiste ter cabeça, corpo e membros? Cabeça, corpo e membros, mas, de tão impiedosa, falta-lhe o coração. Não tem vida aquela criatura! É sua ideia, e nada mais! Se um dia viveu, falta-lhe a memória. Se a memória se cumpre, vem o esquecimento e lhe arranca o movimento, a fineza, a elegância! Jogada no chão, você chora e adormece.
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