Alexsandra Bastos Minha Epifania

quarta-feira, 13 de abril de 2011

As "coroas" caem na dança

Faço questão de postar esse momento: a festa, o "pagode das antigas". É bem verdade que, na "época" (ai, Jesus! Já estou falando como uma velha) de lançamento dessas músicas, nós - as dançarinas - sequer imaginávamos nos conhecer um dia. Mas, essa pequena reunião na pista de dança, me fez lembrar  a faculdade e as muitas vezes em que fomos juntas a várias festas, principalmente, nós, o trio inseparável: Carol, Meca e eu. E, claro, lembrei das nossas idas ao Cancun, nas noites de terça-feira. No dia seguinte, nem sempre comparecíamos às aulas (eu acho que eu ia mais que as meninas. Carol não ia nunca! rs...), mas o estágio era obrigatório (pra Carol também não!), e estava tudo bem. Ninguém sentia sono, nem arrependimento pela noite perdida. Nada! Eta, saudade... 


Ainda não foi dessa vez...

O casamento de Carol e Dan, que marcou o final de semana, foi perfeito! Começo postando alguns vídeos, como o do noivo jogando o cravo para os meninos que estam loucos pra casar também. rs...

Oh, minha gente... tanto que eu queria pegar o bouquet, mas a disputa foi acirrada, e não consegui - pra minha tristeza e a de Fábio, que tanto esperava por isso!!!! rsrs...

Inconformado (ai, ai...) ele se "disponibilizou" (depois de ameaças, empurrões e chantagens) a pegar o cravo. Bem... pelo vídeo vcs podem notar o quanto ele se esforçou pra me dar esse imenso orgulho... Mas, ainda não foi dessa vez... :(


sexta-feira, 11 de março de 2011

Tirando os pés do chão...

Que coisa mais doida é a vida... A todos que me perguntavam sobre o carnaval eu dizia: "Tô animada não". Talvez porque estava num outro clima, com outros projetos, até perceber que duas mãos se retiraram da construção, e a obra ficou inacabada. Então, resolvi "chutar o pau da barraca" e tirar o pensamento de órbita, relaxar... Estava no lugar certo, na hora certa: Salvador/BA. Era carnaval!

Algumas festas prévias, pra entrar no clima, amigos reunidos, alegria no coração, e lá vamos nós! Carnaval transcorria muito bem, e o inesperado aconteceu: dentre paqueras descomprometidas, beijos igualmente sem compromisso (pois ninguém é de ferro), uma estrelinha brilhou! O novo acontecia - surpreendente e não menos encantador, não menos carioca... não menos bonito... Mais transparente, mais permissivo, com nome próprio, com vontade clara, sem "mas" depois do "vc é especial"... Ops! É libriano! Libriano sabe o que quer e como quer; querendo, faz-se entender e faz acontecer...  Já gostei. Passado o carnaval,  um tour pela cidade de São Salvador celou o encontro, abriu novo ciclo em minha vida... uma nova vontade! Vontade com química, vontade no estilo "olhos nos olhos", sem desvios, sem promessas distorcidas...

Depois de uma noite linda, que há muito não vivia (e não esperava ter em pleno carnaval), uma tarde linda, com vc, Fábio... e a nossa história começa...














sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Ele & Ela

Se viram e nunca se esqueceram.
Ela o percebeu carinhoso, suave, bonito...
Sem pretensão, guardou isso consigo e seguiu.
Ele se confessou interessado, admirado, cativado...
E tudo foi declarado!
Eles se apaixonaram pela idéia de se enamorarem.
Mas a idéia precisava ser tocada. Eles queriam se tocar!
Para a surpresa de ambos, as mãos tatearam no escuro e permaneceram vazias.
Ele requeria tempo, ela não podia esperar.
Ela carinhosa, voltada pra ele, entregue.
Ele arredio, voltado pra si, reservado.
Silêncio.
A solidão que se reconhece lado a lado, frente a frente e não se dissolve no abraço.
Talvez porque o abraço faltou, nos braços amputados de desejo, de afeto.
Faltou o abraço! Faltaram os sentidos todos!
Ela, que não podia prever a dimensão desse encontro, agora, tinha a real medida da ausência.
E doeu. Doeu, e ela não se entregou. Ela nunca se dá por vencida!
Havia uma casa colonial, cercada por um jardim bonito.
Bateu à porta, esta lhe fora aberta, e a entrada permitida.
O morador era solitário, mas a casa tinha muitos cômodos.
Podia ser habitada a qualquer momento, só que ele precisava querer.
Ela pensava que ainda era cedo para se quedar ali.
Ele sequer a convidara para ficar. Até ele estava de passagem...
Ela entendeu, mas achou que podia conduzi-lo para ver o pôr-do-sol da janela da sala.
Ele aceitou a proposta e, juntos (enfim juntos), debruçaram-se na janela.
Deram-se as mãos.
O sol estava ali. Absoluto, despedia-se, mas prometia voltar.
Compreender esse movimento de vida e morte era necessário.
Ela sabia disso, embora também sentisse medo.
Ele chorou.
A casa estava vazia, e ele chorou porque não sabia receber ninguém.
Achava até que não queria abrir as portas. Contraditório, pois havia lugares na mesa. 
Só que a comida precisava ser servida.
"Então, meu caro, chegada a hora de plantar a comida que será servida à mesa.
Levante-se! Tem solo fértil lá fora! Vamos! Há muito trabalho!" - Ela disse, com ternura.
Ele chorou porque já teve fome.
Ele chorou porque, a despeito de não ter mais fome, ainda estava faminto.
Talvez, por isso, doía-lhe o estômago.
Como ninguém enxergou isso antes? A lembrança doía-lhe o estômago!
Só que, agora, tinha fome de viver.
Que bom! Ela sempre ouviu dizer que a fome anunciava um doente recuperado. Sinal de melhoras!
Ela chorou porque queria dele cuidar e passagens na história apagar.
Ela chorou porque "há sempre muito amor no amor".
Encontraram-se, enfim. E era tudo o que tinham: o encontro.
Agora sim: se viram e nunca mais se esqueceriam.
Agora sim: tinham um ao outro.
Agora sim: estavam despidos.
Eles se tocaram e, depois, veio a música.
Era um reggae, e o céu estava azul.
E sabe aquele pôr-do-sol? Agora era visto de outra janela.
Ele já entendia.
Ela também entendia.
Eles permeneciam de mãos dadas.
Ela carinhosa, voltada pra ele, entregue.
Ele carinhoso, buscando o caminho...


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Ai, ai... (um suspiro profundo)

Entre o que te dizem os homens e aquilo que sentes, fica sempre com a voz do coração. Aqui está a tua intuição. A maior verdade contrapondo-se às meias verdades.


Espero estar enganada...

sábado, 1 de janeiro de 2011

Quando Deus me falou de Cinthia

Hoje é o aniversário de "amigórias". Que dia feliz! Ao longo de 22 anos, essa menina vem sustentando meus tropeços na caminhada da vida e vibrando comigo cada conquista, cada vitória, por mais simples que possa parecer. Eu me sinto privilegiada por ser sua amiga, Cinthia! Acho que, ao programar mais uma de minhas passagens na Terra, a Espiritualidade se cercou de alguns cuidados, para que eu sempre me sentisse amparada e encorajada a vencer os obstáculos. E foi assim que Deus me concedeu o benefício de lhe conhecer, ainda na infância, e de nos conquistarmos até a idade adulta e para sempre! Nos identificamos em muitos pontos, mas você, amiga, é soberana! É grande, forte, iluminada!


Aí Deus assim me falou: "Filha, poucos anos após o seu nascimento, você vai conhecer uma menina que saberá chamar de amiga, porque desta forma ela se apresentará. Serão parecidas, é bem verdade (e perceberão isso), mas ela - destemida, sábia, altruísta e com a coragem que vc ainda não tem - será minha voz no seu caminho, orientando-lhe. Confie, minha querida - continuou Deus. Seus amigos são a minha extensão no mundo, materializados, ao seu lado, para que nunca se esqueça do meu amor por você. E Cinthia... ah... aquela menina será uma das suas melhores amigas! Preste bastante atenção ao que ela diz, mas principalmente no que faz! Será um exemplo pra vc! Não negligencie, não se distancie dela. Esteja atenta! Reconheça-a. Saiba compartilhar com ela. Vocês duas rirão muito juntas, pois aprenderão a ver "graça" até nos problemas que, a princípio, parecerão enormes. Pura bobagem! Por favor, diga a Cinthia que é uma bobagem
sofrer quando todas  as suas amigas já tiverem se tornado "mocinhas", e ela perceber que sequer tem seios ainda (ou os tem muito pequenos), pois o tempo logo passará, e ela se tornará a mais linda das mulheres! E vai chegar o dia em que odiará menstruação e me culpará por isso! Deus gargalhou. E você, Alexsandra, quando tiver a sua primeira grande frustração amorosa, vai correr pra casa dela, de manhã bem cedo, pra desabafar. E quando ela lhe disser, cheia de indignação e raiva, que o cara é um idiota, você terá até dúvidas de quem foi mesmo que 'o idiota' magoou. Eu poderia, simplificou Deus, contar-lhe das inúmeras vezes em que ela tomará seus problemas como se dela fossem, só para lhe ver mais feliz, mas prefiro que você se surpreenda a cada dia com a alegria de nunca estar só!  Prefiro que identifique sua GRANDE  amiga com  seus próprios olhos. E, mesmo quando você estiver no Brasil, e ela em Londres, consiga reconhecer que estão juntas, em pensamento, em sentimento (e  você morrendo de curiosidade pra saber como foi o Reveillon dela!). Que saiba, minha  filha, dizer que a ama, porque não vislumbrará outro sentimento que melhor lhes mantenha ligadas pela ETERNIDADE".

Então, Cinthia... Porque assim Deus quis e não poderia ser diferente: nós somos AMIGAS e eu quero lhe dizer que a amo muito, e que sou grata a Deus pelo grande presente que me deu. Sou sua fã incondional! Você sabe disso. Hoje, no dia do seu aniversário, renovo o meu desejo de que a FELICIDADE lhe alcance e que sua vida seja regada de alegria, realizações, conquistas e luz. Muita luz! FELIZ ANIVERSÁRIO!