Há exatamente uma semana, no dia 11 de julho de 2011, enquanto me arrumava pra ir pro trabalho, esta música, de Lulu Santos, estava sendo executada na rádio, e a letra me chamou a atenção... Tudo a ver com esta fase da minha vida... Impossível não pensar em mim:
"Sei lá...
Tem dias que a gente olha pra si
E se pergunta se é mesmo isso aí
Que a gente achou que ia ser
Quando a gente crescer
E nossa história de repente ficou
Alguma coisa que alguém inventou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um déjà vu
Tem dias que a gente olha pra si
E se pergunta se é mesmo isso aí
Que a gente achou que ia ser
Quando a gente crescer
E nossa história de repente ficou
Alguma coisa que alguém inventou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um déjà vu
Sei lá...
Tem tanta coisa que a gente não diz
E se pergunta se anda feliz
Com o rumo que a vida tomou
No trabalho e no amor
Se a gente é dono do próprio nariz
Ou o espelho é que se transformou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um vis a vis
Por isso eu quero maisTem tanta coisa que a gente não diz
E se pergunta se anda feliz
Com o rumo que a vida tomou
No trabalho e no amor
Se a gente é dono do próprio nariz
Ou o espelho é que se transformou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um vis a vis
Não dá pra ser depois
Do que ficou pra trás
Na hora que já é!"
Ultimamente, num exercício constante de "autoflagelo", talvez, venho me questionando sobre os rumos que minha vida tomou (e tem tomado), nas coisas que sonhei viver, naquilo que nunca quis... É sofrido notar que, muita vezes, aramos solo infértil, regamos flores artificiais (que nenhum cheiro exalam), chamamos urubu de "meu lôro" e abraçamos a dor do outro, com tanto comprometimento, enquanto desleixamos de nós mesmos... Deixamo-nos pra depois, como se fosse possível adiar o "agora" que não sabe esperar e é inteiramente nosso!
Quem me conhece sabe que, em fases assim, busco leituras edificantes, fico mais atenta aos meus sonhos ( e eles sempre vêm, esclarecedores), presto mais atenção no movimento da vida, busco o mar, a música, a quietude, o silêncio... anseio por Deus!
Nestes últimos dias, então, li um livro muito interessante da psicológa Mirna A. Grzich, intitulado "Anjos - Tudo que você queria saber para entrar em contato agora". Num dos trechos do livro, um anjo (cujo nome não me recordo) descreve para a autora o que ela chama de "O Espiral da Vida". Nossa!!!!!! Eu recomendo a leitura! Dentre outros ensinamentos, o anjo descreve as fases de nossas vidas, bem como a necessidade de passar por elas... Explica que nossos momentos de insatisfação, questionamentos, dúvidas e inconformismo precedem sempre as fases de mudança e que precisamos estar atentos para perceber o momento certo de pararmos e nos refazermos de nós mesmos... É a velha história da borboleta e o casulo...
Estou cheia de projetos, é bem verdade. Aliás, comecei o ano no pique total! Em algum post mais antigo, certamente, vocês vão se deparar com declarações neste sentido. Desde o início do ano até aqui, muita coisa aconteceu: coisas boas, desalentos, mais acontecimentos felizes, novas decepções... Momentos de despojamento total, outros de total disciplina... E aqui estou eu, diante de mais uma conquista! Feliz com ela! Feliz de mim! Feliz por mim! Feliz da vida! Feliz com uma nova possibilidade de ser feliz! Mais uma conquista! E olha que foi um dos sonhos dos quais me desfiz por um tempo e que, há pouco mais de um mês, resolvi tirar da gaveta. Não por mérito apenas meu, mas com a mão de Deus guiando minha vida, com a concessão dos Mestres Ascensos (em especial Mestre Jesus e Mestre Saint Germain ) e a proteção do meu anjo da guarda, do meu mentor espiritual, de Arcanjo Miguel e Mãe Maria e os espíritos de luz, que agem em anônimato.
É tempo de ser borboleta! Eu invento e reivento a minha vida e reiventá-la é saber das inúmeras possibilidades que tenho, do quão capaz eu sou e que posso ir onde desejo, basta querer e confiar!
Obrigada, meu Deus! Muito obrigada!