Alexsandra Bastos Minha Epifania

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Quem sou eu, agora? Sempre... Sempre?

"(...) Meu alegre coração é triste como um camelo
É frágil que nem brinquedo, é forte como um leão
É todo zelo, é todo amor, é desmantelo
É querubim, é cão de fogo, é Jesus Cristo, é Lampião..."


(Composição : Geraldo Azevedo/Carlos Fernando)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Faça seu amor bonito

"Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar: aprenda a fazer bonito o seu amor. Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda, apenas, a tão difícil arte de amar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.

Tenho visto muito amor por aí. Amores mesmo, bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva, mas esbarram na dificuldade de se tornar bonito. Apenas isso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.

Aí esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais de repente se percebeu ameaçados apenas e tão somente porque não sabem ser bonitos: cobram; exigem; rotinizam; descuidam; reclamam; deixam de compreender; necessitam mais do que oferecem; precisam mais do que atendem; enchem-se de razões. Sim, de razões. Ter razão é o maior perigo no amor.

Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reinvindicar, de exigir justiça, equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeia o amor, pois é invocado com justiça mas na hora errada. Amar bonito é saber a hora de ter razão.

Ponha a mão na consciência. Você tem certeza que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria do encontro, da dor do desencontro, a maior beleza possível? Talvez não. Cheio ou cheia de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre, e sofrendo deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.

Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia. Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama. Saia cantando e olhe alegre. Recomendam-se: encabulamentos; ser pego em flagrante gostando; não se cansar de olhar, e olhar; não atrapalhar a convivência com teorizações; adiar sempre, se possível com beijos, “aquela conversa importante que precisamos ter”, arquivar se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida. Para quem ama toda atenção é sempre pouca. Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda atenção possível. Quem ama bonito não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.

Não teorize sobre o amor (deixe isso para nós, pobres escritores que vemos a vida como criança de nariz encostado na vitrine, cheia de brinquedos dos nossos sonhos): não teorize sobre o amor, ame. Siga o destino dos sentimentos aqui e agora.

Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a sinceridade;não dar certo; depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito); abrir o coração; contar a verdade do tamanho do amor que sente. Jogue pro alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabidamente eficazes (não é sábio ser sabido): seja apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente aquele você que a vida impede de ser. Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs. Falando besteiras, mas criando sempre. Gaguejando flores. Sentindo o coração bater como no tempo do Natal infantil. Revivendo os carinhos que instruiu em criança. Sem medo de dizer, eu quero, eu gosto, eu estou com vontade.

Talvez aí você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer bonito o seu amor, ou bonitar fazendo seu amor, ou amar fazendo o seu amor bonito (a ordem das frases não altera o produto), sempre que ele seja a mais verdadeira expressão de tudo o que você é e nunca, deixaram, conseguiu, soube, pôde, foi possível, ser.

Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto. Não se preocupe mais com ele e suas definições. Cuide agora da forma. Cuide da voz. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide do carinho. Cuide de você. Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim poder começar a tentar fazer o outro feliz".

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O vídeo censurado

Eu não pude atender aos inúmeros pedidos de que este vídeo fosse eliminado, porque, sem dúvida alguma, ele retrata, de forma bastante fiel, o perfil de todas nós - o "Grupo das Nove", desfalcado, como sempre!

Não sei bem como começou o papo, aliás, até me lembro de algo do tipo "o tamanho do pinto do noivo", que fez questão, no auge da sua bebedeira, de se revelar dono de um pinto grande! rsrs... Foi a deixa para uma série de questionamentos e brincadeiras, que resultaram num vídeo altamente censurado e muito, muito engraçado!

Impressionante como a filmagem mostra cada uma de nós, como, de fato, é. Obviamente que o teor alcóolico de algumas fez com que o perfil irreverente  da mais "bebum" se manifestasse de forma especial. Sim... estou falando de Kátia. rs... Que bêbada engraçada! Desbocada ela sempre foi, muito embora essa qualidade me fosse atribuída com frequência. Mas, como eu não bebo, e Nara não estava lá para assumir seu posto, Kátia foi a bola da vez. Gente! O que foi aquilo? Nem a sensatez de Loana, sempre tão contida, foi suficiente para inibir os mais exaltados. Danilo e Carol, certamente, protegidos com o título de "donos da festa", tudo podiam e, abriram o verbo! Aglaia, de uma família de respeito (rsrs), bem que estava gostando do assunto (a praia dela! rs...), mas precisava se manter "neutra". Mas, infelizmente ou felizmente, a neutralidade não cabia a ninguém e, até Aymê, que se dizia apenas "feliz", estava visivelmente bêbada também. Ela nega, protesta, mas as imagens são claras. Ela estava bêbada sim! Eu, no meu estado normal, dava lá minhas alfinetadas na "entrevista" do noivo e me divertia, claro!

Minha gente, que encontro espetacular! Nós guardamos características tão próprias e mantivemos, durante toda a faculdade, uma relação tão estreita, que causa até estranheza admitir que conseguimos nos cativar mesmo sendo tão diferentes uma das outras em tantos pontos!

Fico imaginando as pérolas que estariam registradas, neste vídeo, se Nara estivesse presente, mesmo sem álcool; ou Michele, super bêbada, como, ultimamente, vem se apresentando nos eventos. rsrsrs.... Certamente, iria fazer xixi nas calças! Ai, meu Deus! Já estou revelando segredos! rsrrs...

 Meninas, amei!!!!!!!!!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

As "coroas" caem na dança

Faço questão de postar esse momento: a festa, o "pagode das antigas". É bem verdade que, na "época" (ai, Jesus! Já estou falando como uma velha) de lançamento dessas músicas, nós - as dançarinas - sequer imaginávamos nos conhecer um dia. Mas, essa pequena reunião na pista de dança, me fez lembrar  a faculdade e as muitas vezes em que fomos juntas a várias festas, principalmente, nós, o trio inseparável: Carol, Meca e eu. E, claro, lembrei das nossas idas ao Cancun, nas noites de terça-feira. No dia seguinte, nem sempre comparecíamos às aulas (eu acho que eu ia mais que as meninas. Carol não ia nunca! rs...), mas o estágio era obrigatório (pra Carol também não!), e estava tudo bem. Ninguém sentia sono, nem arrependimento pela noite perdida. Nada! Eta, saudade... 


Ainda não foi dessa vez...

O casamento de Carol e Dan, que marcou o final de semana, foi perfeito! Começo postando alguns vídeos, como o do noivo jogando o cravo para os meninos que estam loucos pra casar também. rs...

Oh, minha gente... tanto que eu queria pegar o bouquet, mas a disputa foi acirrada, e não consegui - pra minha tristeza e a de Fábio, que tanto esperava por isso!!!! rsrs...

Inconformado (ai, ai...) ele se "disponibilizou" (depois de ameaças, empurrões e chantagens) a pegar o cravo. Bem... pelo vídeo vcs podem notar o quanto ele se esforçou pra me dar esse imenso orgulho... Mas, ainda não foi dessa vez... :(